A Conferência Estadual do PCdoB, realizada no último sábado (23/11), em Salvador, prestou uma homenagem ao destacado e histórico dirigente comunista Diógenes Arruda, que, apesar de ter nascido em Pernambuco, morou na Bahia, onde estudou engenharia agrônoma. Neste mês de novembro, a morte de Diógenes, que se deu em 1979, completa 40 anos.
Pela atuação partidária, Diógenes Arruda foi vítima da ditadura militar (1964-1985), chegando a ser preso, torturado e exilado – primeiro no Chile e, depois, na França. Só pôde voltar ao Brasil com a Lei de Anistia, em 1979, mas morreu um mês após retornar, aos 64 anos.
A homenagem a Diógenes Arruda foi proposta pelo dirigente Jorge Wilton, que está à frente da Escola Loreta Valadares do PCdoB da Bahia, e aprovada por unanimidade durante a Conferência.
Se estivesse vivo, Diógenes Arruda faria, no próximo dia 23 de dezembro, 105 anos.