As centrais sindicais unidas estão promovendo um movimento para pressionar a Câmara dos Deputados a discutir a Medida Provisória (MP) 1.000, que garantiu o auxílio emergencial nesta pandemia do novo coronavírus. A ideia é promover a manutenção do benefício aos brasileiros e retomar o valor inicial, que era de R$ 600 e que foi diminuído para R$ 300 pelo governo Bolsonaro.
A pressa das centrais é justificada pelo risco de a MP caducar – perder a razão de ser pela falta de apreciação dos parlamentares, no sentido jurídico. “A MP tem que ser votada e aprovada pela Câmara dos Deputado, porque caduca em dezembro, o que interessa ao governo. A medida recebeu 262 emendas, boa parte propõe elevar o valor, daí a importância de pressionar pela sua votação imediata”, diz uma nota das centrais.
Uma campanha nas redes sociais foi criada pelas entidades, batizada de ‘#600PeloBrasil’, com a criação de duas ferramentas para aumentar a pressão popular sobre a Câmara dos Deputados. Interessados em apoiar a mobilização podem acessar a página ‘Na Pressão’ (http://bit.ly/600PeloBrasil) e assinar no abaixo-assinado on-line (https://bit.ly/3cP7SPY).
Estão à frente da mobilização as centrais CTB, CUT, Força, UGT, CSB, NCST, CGTB, CSP-Conlutas, Intersindical, Intersindical Instrumento de Luta e Pública.