A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) defende que o auxílio emergencial às pessoas que ficaram sem renda nesta pandemia seja estendido até o ano que vem. Em uma nota divulgada junto a outras cinco centrais, a entidade argumenta que muitas pessoas não conseguirão retomar as atividades laborais enquanto não houver a vacinação de toda a população.
“O Auxílio Emergencial, proposto e defendido pelas Centrais Sindicais, movimento sociais e partidos políticos, que se mostrou essencial para a proteção de mais de 65 milhões de pessoas no Brasil e para que a recessão seja amenizada, uma vez que garante o consumo de milhões de famílias, deve continuar”, diz um trecho da nota conjunta.
Além disso, as centrais sindicais ainda pressionam o Congresso Nacional para que o valor do auxílio volte a ser de R$ 600, e não mais de R$ 300, como definiu o governo Bolsonaro. A garantia do auxílio emergencial foi feita por meio de medida provisória, que, agora, deve ser debatida pelos parlamentares para que possa ser estendido o prazo de concessão do benefício, que termina neste mês.
Na nota, as entidades ainda criticaram a condução da pandemia feita por Bolsonaro. “Cabe ao Legislativo tomar a iniciativa de proteger a sociedade prorrogando o pagamento do Auxílio Emergencial, diante da recorrente ausência criminosa do governo federal em todos os assuntos relacionados à crise sanitária e seus efeitos sociais e econômicos”, finaliza o texto.