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Juliana Campos: Mudar a realidade exige ter mais mulheres no poder

4 março, 2022

[caption id="attachment_80129" align="alignnone" width="300"] Foto: Divulgação[/caption]

 

A presidenta estadual da União Brasileira de Mulheres (UBM), Juliana Campos, defendeu que o caminho para a mudança da realidade de desigualdades, especialmente de gênero, passa por garantir a presença de mais mulheres em espaços de poder. Esse é, inclusive, o mote do movimento em torno do Dia Internacional das Mulheres deste ano, no 8 de março, que tem a entidade como uma das principais organizadoras.

“A UBM defende que para mudar essa realidade precisamos de mais mulheres no poder que se posicionem ao lado de uma sociedade mais justa, igualitária e progressista. Por isso, em um ano tão estratégico, trazemos o tema do 8M: ‘Mulheres no poder mudam vidas: Fora Bolsonaro’”, disse Juliana Campos.

Uma série de atividades está sendo preparada pela UBM, junto com outras entidades do movimento social baiano, para este mês, em Salvador e em diversos outros municípios do estado. Na capital baiana, a principal atividade será o já tradicional ato de rua, no dia 8 (terça-feira), com concentração na praça do Campo Grande, a partir das 14h.

Panfletagens estão sendo realizadas em diversos pontos de Salvador, para mobilizar a população para o ato. A organização do evento já esteve na Estação da Lapa, em Cajazeiras e ainda vai visitar o Subúrbio, nesta sexta-feira (04/03) e no sábado (05); a Feira de São Joaquim, no domingo (06); e em estações de metrô, na segunda-feira (07).

“A proposta é que possamos ocupar esse espaço com todas as mulheres, fazendo ecoar nossa voz”, completou a presidenta da UBM-BA. Além do ato de tua, ainda está prevista uma plenária virtual, batizada de ‘Mulheres no poder mudam vidas – Fora Bolsonaro’, no dia 24 de março, às 19h, pelo Zoom.

Junto com a UBM, também constroem o 8 de Março a UNEGRO, a Marcha do Empoderamento Crespo, a União da Juventude Socialista, a UNA-LGBT, a CTB, dentre outras entidades. “A UBM chega mais forte e unificada com as diferentes entidades sociais É estratégico cada vez mais esse diálogo, pois nós, mulheres, somos diversas, somos plurais”, finalizou Juliana Campos.

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