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Nas ruas, PCdoB-BA pede saída de Bolsonaro e faz defesa do socialismo

2 outubro, 2021

 

O PCdoB na Bahia voltou às ruas de diversos municípios do estado, na manhã deste sábado (02/10), para reafirmar a defesa do impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em um movimento que, cada vez mais, tem ganhado adesão de partidos e outras organizações da sociedade. Em Salvador, o ato acontece no centro, com saída da praça do Campo Grande.

A militância comunista da capital levou uma faixa que pede o impeachment de Bolsonaro e a construção do socialismo, como uma alternativa à crise que o país vive. “Com o governo desastroso de Bolsonaro, o país está indo para o buraco. O povo, para a fome, comendo osso. Ninguém aguenta mais”, disse o presidente do PCdoB-BA, Davidson Magalhães.

Segundo a deputada federal Alice Portugal, os protestos que acontecem no país são um grito democrático que pretende, antes de tudo, eliminar as punições impostas ao povo por Bolsonaro e repavimentar a democracia no país. “Precisamos tirar esse governo, [o ministro da Economia] Paulo Guedes e a mentira do Palácio do Planalto. Chega de ódio e de guerra cultural!”, defendeu.

Unidade

O também deputado federal Daniel Almeida explicou que o novo ato representa uma unidade nacional ‘contra tudo de atrasado que representa Bolsonaro’. “Não é uma manifestação isolada, é uma manifestação do povo que não aguenta mais Bolsonaro, a sua destruição, a fome, as mortes que continuam, a negligência criminosa no enfrentamento à pandemia”, pontuou.

A deputada estadual Olívia Santana ainda acrescentou que o PCdoB permanece firme na luta contra o governo Bolsonaro porque compreende os danos que estão sendo causados ao povo e também porque defende um Brasil diferente, com inclusão e dignidade. “Nós não queremos armas. Queremos vacina, educação decente e um país que a gente possa se orgulhar”, disse.

Presentes na manifestação, o presidente estadual da União da Juventude Socialista (UJS-BA), Natan Ferreira, e o presidente da União dos Estudantes da Bahia (UEB), Pedro Lucas, criticaram Bolsonaro. “O nosso povo está cansado de tanto ataque. O povo quer vida, pão, vacina e educação”, disse Natan. “Vamos derrubar esse governo genocida, que não respeita estudante nem trabalhador”, completou Pedro Lucas.

Pausa

A militância comunista deu uma pausa na Conferência Estadual, iniciada na última sexta-feira (1º/10), para participar dos protestos deste sábado. Os debates serão retomados no domingo (2), quando também será eleita a nova direção estadual do Partido.

 

 

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