A candidata do PCdoB à prefeitura de Salvador, Olívia Santana, avalia que a saúde pública de Salvador está em completo abandono, muito por conta da incapacidade do prefeito ACM Neto e do vice, Bruno Reis, ambos do DEM, de fazer o controle adequado das doenças que afetam a cidade. Na semana passada, houve um aumento de 10% no número de pessoas com a covid-19 na capital, por exemplo, e os casos de chikunguya já chegam a um impressionante acréscimo de cerca de 800%, em relação a 2019.
Além do aumento de 741,5% nos casos de chikungunya, Salvador ainda registrou este ano um acréscimo de 407% para a zika e de 169,7% para a dengue. As regiões mais afetadas pelas três doenças são justamente as mais pobres, Cidade Baixa e Subúrbio Ferroviário – em março, antes da confirmação da pandemia do novo coronavírus, a Prefeitura chegou a reconhecer que havia um surto incontrolável de chikungunya no bairro de Mirantes de Periperi, no Subúrbio.
Para Olívia Santana, o triste cenário sanitário da capital baiana tem a ver com uma política da atual gestão de não privilegiar investimentos em saúde, principalmente para as áreas mais pobres, o que ela pretende mudar, quando eleita. “Atualmente, a Prefeitura só investe 0,8% dos recursos da saúde na vigilância epidemiológica. Nossa proposta é triplicar esse orçamento e montar novas equipes de agentes de endemias”, garante.
A candidata do PCdoB reforça que a intenção do seu projeto de governo é retirar a marca do elitismo das ações do governo municipal e colocar os interesses do povo no centro das decisões. “Não dá para silenciar diante do ataque à saúde pública das pessoas mais pobres, que moram no Subúrbio, na Cidade Baixa. Esse descaso vai acabar a partir de 1º de janeiro”, concluiu.
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